terça-feira, outubro 31, 2006

Então, esta noite, somos todos góticos?

Happy halloween e importem mais dessas belas desculpas para fazer festas! Sabe sempre bem, antes de um feriado bem recheado de desculpas para festejar (cada qual à sua maneira, claro está!):

Dia de Todos-os-Santos;
Dia de Cailleach (Mitologia celta);
Dia Mundial do Veganismo.

Entre fundamentalistas e mágicos, venha o diabo e escolha!
Eu por mim, vou trabalhar. Olha, divirtam-se!

arte e sustentabilidade

ter um espaço
imaginar um caminho
acertar contornos
seguir em frente

Excerpts from Ivy Lee's Declarations of Principles

"This is not a secret press bureau. All our work is done in the open. We aim to supply news.

"This is not an advertising agency. If you think any of our matter ought properly to go to your business office, do not use it.

"Our matter is accurate. Further details on any subject treated will be supplied promptly, and any editor will be assisted most carefully in verifying directly any statement of fact. ...

"In brief, our plan is frankly, and openly, on behalf of business concerns and public institutions, to supply the press and public of the United States prompt and accurate information concerning subjects which it is of value and interest to the public to know about."

(Ivy Ledbetter Lee has long been acclaimed as an early practitioner, perhaps even as the originator, of the explanatory approach to public relations. He issued what is often considered to be the very first press release, convincing the company to openly disclose information to journalists, before they could hear information from elsewhere.)

sexta-feira, outubro 27, 2006

for all you bloggers out there

auto-retrato II (d'apres cindy)

estou sentada no banco de trás de um fiat punto vermelho. tenho uma pessoa ao lado, uma mulher que chora. no banco dianteiro, no lugar do condutor, está um homem, agarrado ao volante, olhando para baixo. o carro está parado na auto-estrada, raspado contra o rail. há mais dois carros atrás, igualmente parados, vidros partidos no chão, uma mulher com colete de segurança a fazer apressar o trânsito. estou a olhar pela janela, para os carros que passam, com o olho direito em sangue, assustada.

humming

Word Up

Dah pretty ladies around the world
Got a weird thing to show you,
So tell all the boys and girls.
Tell your brother, your sister
And mama too, cause they’re
About to go down
And you’ll know just what to do.

Wave your hands in the air
Like you don’t care, glide by
The People as they start to look and stare.
Do you dance, do your dance quick
Mama, come on baby, tell me what’s
The Word, ah – word up,
Everybody say when you hear the call
You got to get it underway,
Word up, it’s the code word,
No matter where you say it,
You’ll know that you’ll be heard.

Now all you sucker. D.J.’s
Who think you’re fly
There’s got to be a reason
And we know the reason why.
And act real cool
But you got to realise
That you’re acting like fools.
If there’s music we can use it
We need to dance.
We don’t have that time
For psychological romance
No romance
No romance
No romance for me mama
Come on baby tell me what’s the word.
Ah – word up,
Everybody say when you hear the call
You got to get it underway.

Dial “L” for low...
Come on, all you people say...
Word up – word up

quinta-feira, outubro 26, 2006

mola dudledlidlu!

a melhor empresa de 2005

acho inacreditavel o modo de trabalho de uma empresa considerada a melhor no seu ramo em 2005... realmente, o que interessa neste pais é o show-off porque, se analizarmos bem o cerne da questão, deparamo-nos com erros incriveis...
estive na posição de corrigir e rever um catalogo a sair ate ao final deste ano. como profissional que sou, embora sem o alto nivel dos meus concorrentes, com mestrados e doutoramentos e afins, dei conta de inumeros erros inaceitaveis, que reportei. pois, por compromissos de caracter comercial a que estão seriamente obrigados, as correcções nao foram efectuadas, provavelmente nem lidas sequer, pois o dito catalogo ja estava impresso.
como é possivel este tipo de situações ainda existirem, estes facilitismos da treta, esta coisa do sucesso para ambos, quando o que realmente interessa é o umbigo deles...
enquanto continuarmos neste corre-corre que é pra despachar, não vamos longe.
para mim, e para todos os que trabalharam nesta telenovela mexicana, nao é recomendavel a experiencia, nem tao pouco entendemos como pode ser possivel preferirem um produto no mercado com erros tao desgraçadamente estupidos como traduzir urtiga, em vez de pano cru... em vez de se limitarem a fazer copy paste das correcções e perderem 2 horas. eu perdi 2 dias com esta merda, e agora os senhores doutores vao ter uma ediçao de luxo, cheia de erros, com falta de creditos (sim, porque sao pessoas reais que fazem as coisas, nao aparecem feitas, e eu gosto de o referir. sei la, é um fetiche meu... pelos vistos ninguem mais o faz)
mas ok, eu é que nao sou doutorada. nao devo perceber nada disto. e, de facto, nao percebo.
eles é que têm o dinheiro, eles é que mandam.

quarta-feira, outubro 25, 2006

oh pá..........

tão pouco tempo para fazer tanta coisa. é o costume, as queixas habituais. gostava de ter energia para poder fazer isto tudo e ainda mais, mas por vezes fico demasiado cansada.
serve então este post para abraçar e beijar tod@s, dizer que me maço por estar sempre ao computador, sem tempo para blogguices, ou a conduzir ou a mudar fraldas ou afins...

quinta-feira, outubro 19, 2006

isto dá cá uma tranquilidade...


Sabiam que as companhias de seguros fazem hora de almoço?? Pensava eu, na minha alegre ignorância, que havia turnos para assegurar o bom funcionamento e a resposta rápida aos clientes. Afinal não. E, depois de me despedir do "meu bellier", tive de voltar de taxi para o emprego..., de onde sairei depois das 15h para voltar ao stand... é porreiro isto. Assim funciona o nosso país, à beira mar plantado... Com isto tudo, resta-me a feijoada. Ainda hei-de ir parar ao Guiness Book, quando bater o record: semana da feijoada, feijoada à 2ª, à 3ª, 4ª, 5ª, agora também às 6ªs... Livra... Quem fugiu a sete pés foi o J., e depois o M. foi logo atrás... Fiquei eu, como sempre, pronto. Não importa, venha ela!

terça-feira, outubro 17, 2006

Obrigada!

Obrigada pelos telefonemas, emails e posts, dicas sobre mézinhas e tratamentos alternativos, conselhos sobre pingos e xaropes... Parece que os pensamentos positivos que se queriam para o dia de hoje deram resultado! Desta vez porém, a cura deve-se ao tratamento convencional, vulgo receita médica das urgências,: 2 xaropes que aliviaram de facto a L. de todo o transtorno. Obrigada e, se não tiveram muitos pensamentos positivos ao longo do dia, ainda vão a tempo! Isto é para durar até à 01:17 am... Bons sonhos...

wishful thinking


Há tempo para tudo; as coisas más passam rápido; o futuro está cada vez mais perto; nada que uma boa noite de sono não resolva; Portugal nunca se vai fundir com Espanha numa única nação; está tudo à distância de um telefonema...

otites

bom dia P.

creio que hoje me vai ser dificil chegar a horas.
a L. veio agora do hospital, e tem 2 otites. (sao 2:30 da manha)
amanha vou ter de ir com ela ao medico, se nao melhorar.
ligo-lhe assim que puder.
beijinhos

Non è justo!!!!!!


Bela segunda-feira, sim senhor...

segunda-feira, outubro 16, 2006

Ode à segunda feira: pormenores sórdidos de um início de dia


Dormir mal; a L. a ressonar até tarde, sem querer acordar; V. mal disposta com a chuva; L. não quer ir para a escola, L. não quer tomar banho, L. não quer!; transito infernal; estar parada no tabuleiro da ponte 25 de Abril quase hora e meia; a falta de educação dos engravatados; o civismo em vias de extinção; a V. a chorar desalmadamente dentro do carro; a espera; a V. a chorar desalmadamente no taxi; taxista que solta traques em resposta ao choro; mais chuva; ataque de matilha de cães alegres; cócos alegres espalhados por toda uma casa; más impressões de fotografias; mais faltas de créditos fotográficos (que merda de karma); telefonemas chatos; revisões de erros ortográficos estupidamente errados; traduções e outras aventuras. Tudos isto, claro, antes do meio dia...

sexta-feira, outubro 13, 2006

onomatopeias e dores de cabeça


Aiii... zum zum zum trás, zum zum zum trás, plink plink, plink plink plink, ai ai ai ai ai que estou a dar em LOUCA! Desde cedo que os fantasmas do andar de cima se tentam infiltrar e marcar presença, uma presença cada vez mais horrenda na minha cabeça... obras e mais obras de gente que não quero conhecer melhor, não a este ponto, nem desta maneira... barulho infernal que me atrapalha a concentração...

auto-retrato (d'apres cindy)

Eu, hoje: cabelo desarranjado, escorrido até aos ombros, loiro ou acastanhado, tanto faz. Camisola de manga comprida, riscada entre azuis e brancos, óculos de massa grossa, muito usados e maltratados. Calças de ganga em igual estado. Estou à porta de minha casa, e pareço perdida. Passo a mão pelo cabelo, sem intenção de o pentear, é apenas um reflexo, e olho no vazio. À minha frente o portão de ferro, que me tapa da cintura para baixo. Por trás de mim a garagem, fechada, com a tinta seca e partida pelo sol a cair das portas. A vivenda ergue-se também nas minhas costas, branca e com restos de trepadeiras ainda coladas à parede.
Está sol, um dia lindo, apesar de ser Outono. Eu fico na sombra.

Já é 6ª feira 13???

!!!!!! lololol!

quinta-feira, outubro 12, 2006

A Anunciação

Já lá vão uns anitos desde a última vez que andei por terras de Fátima. Acompanhei uma artista plástica no percurso Lisboa-Fátima, fotografando-a em locais de paragem de peregrinos, todo o seu percurso, etc. Ao chegar ao santuário, deparei-me com demonstrações de fé que vão para além dos meus limites de aceitação dos outros tal como eles são, e foi evidente a separação final e definitiva entre o eu ligado a todo um historial religioso-praticante familiar, e o novo eu, apartir desse mesmo dia sublinhado e destacado de qualquer outro.
Acredito porém que para alcançar seja o que for nesta aventura, aqui nesta bola (por enquanto) azul, é preciso ter energia, força, enfim, fé! Mas a fé que implica a dor imposta, o suportar despropositado, o fechar a boca e calar, e todo o tipo de (não-)manifestações do género, causam-me uma repulsa imensa. Não deixo de respeitar o senhor decrépito que insiste em caminhar de joelhos para cumprir a promessa, nem a senhora que queima as velinhas sem parár, até o quarto arder mas, deixem-me ficar aqui no meu cantinho...
Não gosto de grupinhos, nem de manipulações, nem de jogos de cabeça.
Não gosto que me enganem, nem que me mintam, ou que me iludam.
Por isso este post. Talvês o cheiro das velas, o murmurar do terço e o recordar das tardes passadas com a B. ainda estejam bem presentes.
O que eu queria dizer com isto, não era nada disto, mas tornou-se assim.
Afinal, o que eu queria dizer era que a minha fé existe, sim, não da mesma maneira que me ensinaram, mas está cá. Tem tudo a ver com a educação que se tem, não haja dúvidas.
A mistura entre uma mãe nascida numa familia católica apostólica romana e um pai comuna só podia dar nisto...

quarta-feira, outubro 11, 2006

ufff...

final do dia. e agora a correr para casa...

terça-feira, outubro 10, 2006

o potencial

Potencial Criativo é a capacidade que o ser humano tem para produzir, transformar, agir sobre o ambiente a adequá-lo às suas necessidades. É a capacidade de criar.

O facto de ter um potencial criativo não significa que todo o ser humano será criativo ao ponto de gerar transformações importantes no meio. O potencial transforma-se em acção efectiva quando factores diversos contribuem para gerar essa acção.

É importante ressaltar que a criatividade pode ser canalizada para acções positivas ou negativas, autruistas ou egoístas. Tudo depende da motivação. Um guerilheiro é tão criativo quanto um soldado. Um terrorista é tão criativo quanto um padre. Um empresário é tão criativo quanto o executivo de uma ONG filantrópica.

Paralelamente ao incentivo do pensamento criativo, é importante actuar na formação moral, na edificação das escalas de valores, na reconstrução da civilidade mundial. É importante ser criativo, mas será um alívio se essa capacidade inerente ao ser humano for usada para a promoção da paz e da cooperação mundial.

teste #001


Humilhar, intimidar, ofender, agredir,
gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar. A ver se consigo perder o significado da verdade das palavras, se alcanço o abstracto...

Consolo...

O Canova e as cedências


A minha primeira capa de suplemento semanal saiu sem créditos fotográficos.
Trabalhei grande parte do dia para nada.
Uma recém-chegada amiga vai partir.
Marquei reuniões importantes para Novembro.
Fiz bons negócios.
Vou começar a trabalhar em casa brevemente.
Porque é que não consigo um equilíbrio?, nem me sinto feliz?

Hoje estou triste

domingo, outubro 08, 2006

Ainda há dias assim


Hoje recebi uma visita muito especial. Costumo, todos os fins de semana, ir à praça aqui da zona, onde tenho as minhas bancas favoritas: a do peixe, a do pão, a do queijinho de cabra, etc... Só não costumo comprar os vegetais, visto que eu própria os cultivo. Ora, praticamente desde o fim de Agosto que só tenho tido vegetarianos em casa, e começámos também a fazer o nosso próprio pão, portanto tenho estado em falta com os meus amigos das manhãs de sábado ou domingo...
Hoje, pela hora do almoço, aparecem cá em casa as "nossas" peixeiras, com um carregamento fresquinho fresquinho, que foi logo aproveitado para reforçar um almoço tardio e bem apetecido:
uns robalinhos no forno com risoto de espinafres e beringela. Valeu a pena esperar... Agora só restam as espinhas! Ah, e quanto às amigas peixeiras, levaram para casa dois pães, de trigo e de arroz, e umas abóboras japonesas, que se regalaram! Ainda estou um bocado cheia do almoço, devo confessar... uff!

sexta-feira, outubro 06, 2006

VV - depois do verão e da virose


Isto de andar com os posts na cabeça e não ter tempo de os colocar online não dá grande resultado. Não dá porque o meu G4 cerebral tá lento, já tem pouca memória e com as miúdas a berrar, o pai a chatear e tudo o resto a atrapalhar, é um pouco complicado.
Já misturo tudo, o fim do verão, com a saudade que fica dos dias de praia que não tive e das viagens que não fiz, com os primeiros dias de escola da L., e as viroses que atacam toda a familia, desde os pais que nunca caiem à cama até à avózinha que quase nunca sai de lá.
Fico confusa com tanto texto na cabeça, com tanta imagem prestes a sair. Acontece sempre alguma coisa, a ligação cai, e o projecto fica uma vez mais sem publicação.
Isto não é uma queixa. É apenas um desabafo. Um retomar de rotina, uma auto-avaliação.

Velório

Quando eu morrer não quero missas, nem nem flores, nem caixão ultra moderno, nem lenço bordado em cima da cara. Às hipócrisias já sei que não poderei fugir, aqueles que em vida não se importaram e na hora da morte lá estarão, concerteza, nem que seja para fincar o pé e pensar "eu ainda cá estou, ganhei-te uma vez mais". Mas àqueles pormenores mais religiosos que me irritam sobremaneira, hei-de escapar. Nem beatas a chorar, nem padre a pregar. Já oiço os sobreviventes da ala mais conservadora da familia "Credo, se isto é maneira de se apresentar ao Mundo pela última vez... nem uma missa para lhe descansar a alma... cruz credo, ainda nos há-de perseguir à noite implorando a do sétimo dia... Deus me livre e guarde de um fim assim..."
No velório há-de ser servido vodka polaco com limão e hortelã, bem forte, e obrigatório para quem quiser vir ter comigo para o último adeus. Quanto mais tempo permanecer na sala, mais vodkas vai ter de beber, tipo parquimetro. Chegará ao ponto de haver apenas pessoas bêbedas e trapalhonas, sem espaço para o habitual roteiro familiar "vá para fora cá dentro" no qual se discutiria linhagem e problemas familiares, teses várias sobre o motivo da morte, e as merdas do costume. Um velório simples. E quem não aguentar, pode descansar.
Podem poupar uns euros valentes nas flores que evitarão comprar. Não existe negócio mais podre que esse, dar flores a quem não as poderá jamais cheirar. Para além de que, se efectivamente pudesse apreciar o seu perfume, passadas umas horas torna-se um pivete inacreditável. Quase um sublinhar: estás MESMO morta; ou para quem fica: yep, foi desta para melhor. E em relação àqueles, que nem vale a pena referir os nomes, que vão insistir, e refilar, e exaltar-se, e discutir, porque é forçoso que eu tenha um funeral decente com um santo padre e tal, remeto-vos para a vida real: falem com quem quiserem, libertem vocês a vossa alma, acreditem no que quiserem. Eu por mim, à terra voltarei, sim senhor, mas nem mais uma ladainha.

quarta-feira, outubro 04, 2006

embalar


Esta troca de afectos a que chamam maternidade, é impressionante. A segurança que lhes damos e o conforto a que estamos associados até ajudam a tornarmo-nos pessoas melhores. Ser testemunha constante do percurso de uma criança que se está a materializar ali, à nossa frente e saber que tem tanto de nós que até podia ser assustador mas, deu-lhe tão bem a volta..., é levar chapadas constantes. E é muito bom.

the end of glam

segunda-feira, outubro 02, 2006

Setembro

Visitas oficiais, visitas guiadas, dias cheios, limpezas, organização de eventos, realização dos mesmos, emails, cartas, telefonemas até cairem as orelhas de tanto arder, explicações, respostas, almoços e jantares e lanches e chás, banhos e roupa lavada, gatos e mais gatos e mais gatos, gajas impertinentes e desonestas, amigos que nunca mais aparecem, crise, stress, choro de bébés, fraldas - imensas, atendimento personalizado, lisboa lisboa lisboa, transito e desastres, chuva e óleo na estrada, ervas daninhas, cenouras, bróculos, medos, certezas, recomeço.
E passou num instante. Só agora estou a dar por ele, a interioriza-lo, porque nem tempo para isso eu tive. O mês passado foi deveras intenso.