terça-feira, dezembro 26, 2006

the King is dead


The singer, songwriter, bandleader and dancer who indelibly transformed 20th-century music, died early yesterday in Atlanta. He was 73 and lived in Beech Island, S.C., across the Savannah River from Augusta, Ga.

Mr. Brown died of congestive heart failure after being hospitalized for pneumonia, said his agent, Frank Copsidas.

Mr. Brown sold millions of records in a career that lasted half a century. In the 1960s and 1970s he regularly topped the rhythm-and-blues charts, although he never had a No. 1 pop hit. Yet his music proved far more durable and influential than countless chart-toppers. His funk provides the sophisticated rhythms that are the basis of hip-hop and a wide swath of current pop.

domingo, dezembro 24, 2006

é Natal é Natal!


Christmas or Christmas Day is an annual holiday that marks the birth of Jesus of Nazareth. Christmas combines the celebration of Jesus' birth with various other traditions and customs, many of which were influenced by ancient winter festivals such as Yule and Saturnalia. Christmas traditions include the display of Nativity scenes and Christmas trees, the exchange of gifts and cards, and the arrival of Father Christmas (Santa Claus) on Christmas Eve. Popular Christmas themes include the promotion of goodwill, giving, compassion, and quality family time.

Christmas Day falls on December 25. It is preceded by Christmas Eve on December 24, and in some countries is followed by Boxing Day on December 26. Some Eastern Orthodox Churches (olt rite or old style Orthodox) celebrate Christmas on January 7, which corresponds to December 25 on the Julian calendar. December 25 as a birthdate for Jesus is merely traditional, and is not widely considered to be his actual date of birth.

Christmas is celebrated in most countries around the world, owing to the spread of Christianity and Western culture. Various local and regional Christmas traditions are still practiced.

quarta-feira, dezembro 20, 2006

birra time in the house

Durante o desenvolvimento da crianca as birras são um comportamento perfeitamente natural. A criança tem poucos métodos de negociação com os outros, particularmente com os pais, de testar os limites, de comunicar cansaço, frustração ou outros tipos de emoções. Neste contexto, as birras são um dos métodos mais eficazes ao dispor da criança.

Tal como em qualquer tipo de comportamento, é necessário separar claramente comportamentos ditos “normais” de casos extremos. Casos extremos são aqueles em que o comportamento da criança é tão difícil que impossibilita a harmonia e prejudica a paz familiar, ou em que a criança apresenta um comportamento tão extremo que como resultado vomita ou adoece. Em todos estas situações o que mais ajuda a criança é o compromisso de ambos os pais em tentar resolver o problema, o que deve ser feito com a ajuda de um Psicólogo.

De um modo geral as birras tornam-se uma “dança” dinâmica que se trava entre a criança e o adulto, e pouco ou nada contribui para a resolução do problema sentimentos de culpabilização da criança ou da mãe / pai. Neste fórum vamos debater a necessidade de tentar analisar o que se passa nestas crises de birra e partilhar algumas ideias de como enfrentá-las e resolvê-las.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Oooh my god...

Nem quero acreditar, então é aos 30 que os sonhos de adolescência se tornam realidade?

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Inchaaa! Inchaaa!

nim: achas que vai rebentar?
plin: não sei, parece resistente...
nim: tens aí uma agulha, hi hi hi...
plin: não te atrevas! quero ver o filme até ao fim!!!
nim: inchaaa, inchaaaaaaaa!

quarta-feira, dezembro 06, 2006

oh sim, hoje está um belo dia para compras

e como ainda não consigo fazer uploads de imagens, aqui vai um relato visual:
embrulhos extra large em paragens de autocarro, fitas a voar nas estradas entupidas, meninas de óculos escuros e botas de napa até ao joelho a passearem galgos pela rua, senhoras pensativas aguardam taxis, homem corre rua acima na esperança de encontrar a carteira no sitio onde a esqueceu, decorações natalicias a serem retiradas das embalagens e a aceitarem a sua nova vida na vitrine, sacos pretos mais altos que as pernas a fazerem corridas com elas, meninas que querem ir aos trezentos em vez de ir ao chinês, barbudos a colocar pacotes nas lambretas, mãos a segurar cabeças caidas de tédio, policias, muitos policias, e sol, por incrivel que pareça. e a mim não me apetece nada entrar neste ritmo. deixem-me chegar perto da salamandra.

on being manipulated - the possible effects



The goal of manipulation is to control and overpower other people to do what you want them to do for you.


The negative effects of continued use of manipulation to control others are that:

*

People will wake up to your "con job'' on them and be no longer willing to support, assist, or help out when you need them.
*

You will become more likely to believe your own "con'' stories and fantasies and slip into a "pre-psychotic'' state with the inability to tell the difference between the reality and fantasy in your stories and lies.
*

You will get caught up in the need to continue to manipulate and con because it is the only way people will respond to you since they won't be able to relate to you as a "real'' or authentic person because that side of you is rarely shown.
*

People will find it difficult to fully trust you in the future and they will intentionally distance themselves from you for their own self-protection.
*

You run the risk of loss of a healthy "conscience'' and you will not be able to see the wrongness of your lying, conniving and storytelling.
*

People will be hurt by your behaviors because they will have opened themselves up to you by believing your "con job'' and then will be hit in the face by the reality of your scam on them.
*

You run the risk of being the recipient of others' anger, resentment, revenge seeking, hatred, or rage when they 'wake up'' to how they have been manipulated, used and abused.
*

You will use up enormous amounts of emotional energy in continuing your con of others and have little left to care for yourself.
*

You will experience a greater degree of stress and anxiety as time goes on and your con story line becomes more complex and people begin to pick apart the falsehood and dishonesty in your story.
*

You will experience depression and an emptiness as you realize that all of your success up to a point has been built like a "house of cards.''
*

Your low self-esteem will be exacerbated because of the lack of ability to take pride in your hard honest work to become everything you were capable of becoming.

sábado, dezembro 02, 2006

Depois da tempestade...


uma semana dentro de casa. lenços de papel, lençois, sonhos surreais e dores de cabeça.
virose ou alergia, venha o diabo e escolha.
foi ao ponto de ter de ir a correr ao centro de saúde para a famosa pica... pois é.
e eu a pensar que me escapava às heranças incrustadas nos genes. nicles, népias, que és tão boa quanto os outros e, ainda não tomas anti-depressivos, pois não? tás na idade certa, vamos lá a isso... zoing, lá foi a malagueta, seguida das suas gémeas-sombra: a nim e a plin.

nim: olha, a médica receitou antioxidantes!
plin: tás parva, isto é uma gripe!, foi antivitaminicos!
nim: e a pica, e a pica, é pra quando?
plin: AII!
nim: e agora, vamos pra casa?
plin: han? quê? esta é a mesma médica onde a gente vem sempre, ou mudou***

depois disto, nada. blank. dormir, dormir. e muita dor de cabeça a acompanhar.
na manhã seguinte:

nim: olá, bom dia!!
plin: cala-te que ela ainda está a dormir!
nim: que dia lindooo! podiamos fazer um piquenique!
plin: ..... uh, temos é de deixar de tomar estes comprimidos!
nim: mas e depois? volta tudo: olhos lacrimejantes, tosse, dores de cabeça insuportaveis, e nós não temos botão restart, não te lo esqueças!
plin: olha, faz lá essa e cala-te.
nim: oh pá que estupida, sempre a desatinar...

e a malagueta, aflita, deixou-as falar. porque não podia fazer outra coisa, não conseguia. e elas foram ficando. e já cá estão à uma semana... irrrrrra!

bom, avancemos. a L. doente em casa da avó, a V. doente em casa dos pais, o pimento cardinal quase doente e a malagueta quase a perder o picante. o caso era sério.
depois de desistir dos comprimidos que de bom só trouxeram as gémeas-sombra, e depois de muita luta, muito muco, eis que sou eu e, sim, estou de volta.

1) quero aqui deixar os meus agradecimentos públicos a todos os que não se importaram com o meu misero estado, sim, eu podia ter morrido e vocês não dariam por nada, é um facto que aceito, visto que não poderia ser de outra forma.

2) depois, queria dizer que estou nisto pelo dinheiro, porque estando às portas da morte só me ocorria que ainda não tinha publicado o meu livro de memórias, nem a fotobiografia, e já tenho 30 anos. há coisas na minha vida que, definitivamente, vão ter de mudar.
nada acontece por acaso e, estas dificuldades respiratórias puxam de facto por um gajo. gaja. whatever.

3) não posso deixar ainda de agradecer a miss spring por ser a única a acreditar piamente nesta coisa que é este blog. e é para ela que dedico esta frase, inesquecivel apartir* de hoje em toda a blogosfera:

um blog é um blog é um blog.

malagueta dixit à data deste post (mas pensado esta tarde)

tenho dito, até amanhã camaradas.


(*foi assim que aprendi na escola, venham cá dizer que tá mal! não estou a partir nada, portanto é assim que se escreve. APARTIR de agora ninguém brinca com a malagueta.)

tenho de viajar mais...



create your own visited country map

quinta-feira, novembro 30, 2006

terça-feira, novembro 28, 2006

heranças

A rinite pode agravar a asma?

De todas as doenças alérgicas que podem afectar a população, a asma tem merecido a atenção principal não só pelo seu impacto familiar, sócio-profissional e económico mas também pela deficiente qualidade de vida e risco de morte que pode condicionar quando não devidamente controlada. A rinite, alérgica ou não, não é uma doença que mata mas, como todos sabemos, mói - é uma doença sub-diagnosticada e sub-tratada e uma grande maioria dos doentes habituam-se a viver «constipados», a maior parte das vezes não procurando cuidados médicos, sejam do seu médico de família ou de um especialista. Um estudo recente (RDR2000), com o objectivo de conhecer a prevalência da rinite em Portugal Continental no ano de 1998, revela que apenas 20% dos doentes com rinite procura o seu médico de Clínica Geral por queixas da doença e apenas 16% tinham sido observados em consultas de especialidade de Imunoalergologia. Entre nós, estima-se que 930.000 portugueses sofrem de rinite, alérgica ou não, o que corresponde a uma prevalência estimada para a população geral de 9,55%.

No que diz respeito à asma, sabe-se que rinite e asma coexistem frequentemente e um estudo recente considera mesmo que a rinite é um fenómeno universal em doentes com asma alérgica ocorrendo em 99% de adultos e em 93% de adolescentes. Da mesma maneira, há estudos recentes que revelam que a asma aparece três vezes mais nos indivíduos com rinite do que naqueles que nunca tiveram sintomas nasais. Todos estes dados apontam para que a rinite seja considerada um factor de risco para a asma.

As duas entidades, rinite e asma, partilham mecanismos inflamatórios comuns que explicam o conjunto de sintomas que as caracterizam e todos estão de acordo, clínicos e investigadores, que é importante iniciar o tratamento preventivo ( evitar os ácaros do pó de casa, o pólen, o fumo do tabaco, ambientes poluídos, etc. ) e o tratamento anti-inflamatório o mais precocemente possível. O tratamento da rinite com anti-histamínicos orais e corticosteróides de aplicação nasal e, em casos criteriosamente seleccionados, com vacinas anti-alérgicas, pode evitar o aparecimento da asma ou no caso dela já existir, melhorar os seus sintomas, evitar agudizações e reduzir a reactividade dos brônquios que caracteristicamente está aumentada.

Será que tenho rinite para além da minha asma?

O nariz reage sempre de maneira idêntica quer se trate de uma agressão vírica (a banal constipação) quer se trate de um alergénio (ácaros do pó de casa ou pólen): prurido nasal (comichão), espirros, rinorreia (pingadeira) e obstrução (entupimento) nasal em maior ou menor grau. A suspeita de rinite alérgica levanta-se quando este conjunto de sintomas surge repetidamente, o que pode acontecer ao longo do ano todo (caso da rinite alérgica perene, muitas vezes associada ao pó de casa como factor desencadeante) ou num período determinado do ano (caso da rinite alérgica polínica com sintomas predominantes em Maio e Junho, meses em que a concentração de grãos de pólen de gramíneas, os mais frequentemente incriminados, atinge os maiores níveis).

A constipação banal, o resfriado comum, ocorre a maior parte das vezes nas transições de estação e no Inverno, duram 3 a 7 dias e em cada indivíduo, uma ou duas vezes por ano.O indivíduo que «anda sempre constipado» ou que, quando chega a Primavera arrasta «uma constipação» até ao Verão, deve procurar cuidados médicos. A estes sintomas de rinite, associam-se muitas vezes sintomas dos olhos (comichão, lacrimejo, intolerância à luz, vermelhidão), sendo esta associação mais frequente na rinite polínica.

Que complicações pode dar a rinite, se não tratada?

Embora o conjunto de todos os sintomas da rinite seja muito incomodativo e interfira negativamente nas actividades diárias dos doentes, a obstrução nasal é de longe o sintoma com mais consequências, desde perturbar o sono, com uma fadiga anormal no dia seguinte, até ao aparecimento de tosse e irritabilidade brônquica (em alguns casos com o quadro típico de asma) que a respiração obrigatória pela boca acaba por condicionar. Nas crianças, a obstrução nasal persistente leva a deformação do palato (vulgo «céu da boca») com anomalias nas arcadas dentárias e anormal implantação dos dentes, por vezes de correcção muito difícil. A sinusite, processo inflamatório dos seios perinasais, complica cerca de metade dos casos de rinite alérgica, aumenta a susceptibilidade a infecções víricas e bacterianas e o conjunto de sintomas que a caracterizam, nomeadamente as dores de cabeça, as náuseas, as tonturas, o aparecimento de secreções nasais de difícil eliminação, complica ainda mais o dia-a-dia dos doentes. Assim, podemos concluir que há hoje evidência de que a rinite mal controlada pode conduzir a complicações que vão desde a sinusite à asma, passando pela otite média, por anomalias na implantação dos dentes e por perturbações do sono mais ou menos graves.

sexta-feira, novembro 24, 2006

alerta laranja


porque será que chamam mau ao tempo quando chove muito? as intempéries fazem parte daquilo que costumavamos entender como Meteorologia, não percebo a histeria.
é normal chuver, fazer trovoada, ventos fortes. o que não é normal é a sublimação destes factores. ok, eu também não gosto de andar à chuva, mas tenho consciência de que ela EXISTE!, e de que, mais cedo ou mais tarde, iria voltar! é certo que devido aos maus tratos que sistemáticamente este planeta anda a sofrer, as estações já não são bem o que eram quando eu era pequenina e tinha aquelas férias glamorosas de 3 meses, e isso sim, é assustador.
o tempo está de facto a mudar, meus senhores, e a mudar radicalmente. em vez de darem apenas o alerta laranja para estes próximos dias, porque não alertarem a população para o que anda a acontecer ao mundo? podem começar por aqui.

quinta-feira, novembro 23, 2006

esta lisboa


ouvir um clássico dos duran duran na rádio dum táxi enquanto atravesso a ponte sobre o rio tejo, com o sol a jogar às escondidas com as nuvens, e a V. a adormecer lentamente, dar os bons dias ao aqueduto que ando à que tempos para visitar, ver as montras das lojas com a nova decoração, e as casas para venda, cada vez em maior número, e as musicas de natal de dar volta ao estomago, isto tudo me fez dar valor ao percurso diário que faço já à 3 anos.
pensava que estava cada vez mais longe de lisboa, apesar de cá trabalhar, parecia-me que a via de fora, à turista efémero que passa pelas cidades em busca de si mesmo, sem ver a realidade do sitio mas analizando as suas várias vertentes. as pessoas, os sitios, os ambientes. parecia-me que andava a ver lisboa assim. mas afinal não. hoje recebeu-me de braços abertos, cheia de saudade, como só lisboa poderia fazer. e eu, emocionada, disse-lhe que estava contente por voltar a casa.

quero um destes pró natal!

estou apaixonada... primeiro avistei a maçã a brilhar, aproximei-me e nem queria acreditar!
hunmmmm oh pai natal, bota lá a prenda no sapatinho!!

segunda-feira, novembro 20, 2006

os principios do sucesso

Simplificar, Explicar, Especificar;
Adaptar, Manter, Classificar;
Estabilizar, Modificar, Improvisar;
Imaginar; Restaurar; Construir;
Criar; Sonhar; Acreditar;
Demonstrar; Verificar; Fazer!

quinta-feira, novembro 16, 2006

A Mio

hoje, na paragem do messenger, encontrei uma amiga que não "via" à muito tempo, e qual não foi o meu espanto, ela tem um jardim! já o reguei hoje, deixando a promessa de voltar mais vezes porque, para além de ser muito prendada como se pode verificar pela foto acima, até sabe escrever (e falar!) alemão! temos de trocar umas sementes! ;)

quarta-feira, novembro 15, 2006

Cavalos alados saiem do nevoeiro ou Where's Wally?

Se há coisa que eu detesto é estar parada em cima da ponte, donde se presume que detesto igualmente estar parada no transito. Pois ontem, depois de sair para uma rua inexistente e tentar encontrar (o carro primeiro e depois) a estrada a muito custo, fui parar exactamente ao que mais abomino: transito não lento mas, parado; demorando quase hora e meia para chegar à ponte 25 de abril, tendo saído de marvila, beato. Pois. A razão desta demora desmesurada, e posterior continuação a menos de 20 km/h pelo tabuleiro da ponte (eugh...) é simples: nevoeiro cerrado e possivelmente alguns acidentes, avarias e afins. Desde cavalos a sairem do nevoeiro (os tipos da guarda republicana não devem bater bem da bola, sair com os animais à noite, sujeitos a serem atropelados - não que eu esteja preocupada com eles, mas os cavalos não têm culpa nenhuma!!) ao nivel de intimidade que se chega a ter com os companheiros de seca dos carros em volta... ui. Jantei comida de estação de serviço, e re-jantei mais decentemente em casa. Deu tempo para tudo. Até para encontrar o Wally... o D. Sebastião é que ainda não...

terça-feira, novembro 14, 2006

Francisco Goya (1746 - 1828)


Goya painting stolen while in transit

Reuters
Tuesday, November 14, 2006; 6:41 AM

WASHINGTON (Reuters) - A painting by revolutionary Spanish master Francisco de Goya, insured for more than $1 million, was stolen last week on the way from Ohio to New York for an exhibition, two museums announced.

The 228-year-old painting "Children with a Cart" was stolen near Scranton, Pennsylvania, according to a joint statement issued on Monday by the Solomon R. Guggenheim Museum in New York and Ohio's Toledo Museum of Art which acquired the work in 1959.


The work was to be displayed at a Guggenheim exhibition, "Spanish Painting from El Greco to Picasso: Time, Truth and History," scheduled to open on Friday.

The painting was being carried by a professional art transporter at the time of the theft, the museums said. They added the FBI was investigating the theft.

The museums said it would be virtually impossible to sell the painting on the open market, and the insurer had offered a reward of $50,000 for information leading to its recovery.

Goya, who lived from 1746 to 1828, is considered an early force of modernism in art. He was a painter of Spanish royalty and also depicted scenes of horror in a time of social and political upheaval.

"Children with a Cart" was painted in 1778 as a model for a tapestry. It depicts four colorfully dressed children and a wooden cart at the base of a dark tree, with a billowing cloud in the background.

segunda-feira, novembro 13, 2006

na noite de são martinho

Para mim, a noite das castanhas e da jeropiga, foi a primeira saída nocturna em sete meses, pelo menos... nada de muito fantástico, nem de inesquecivel mas, um primeiro passo para a semi-liberdade... soube bem, embora bastante atacada pela gripe.
A primeira noite sem V., que, obviamente adorou a experiencia, outra noite sem L., que aumentou a percentagem de mimo já bastante desenvolvida.
De resto, tudo na mesma. Os mesmos sitios, mais gente.
Reencontros, copos e gargalhadas fazem sempre bem.

sexta-feira, novembro 10, 2006

"Beware of all enterprises that require new clothes" - Thoreau

Casual Friday (also known as Dress-down Friday or simply Casual day) was an American and Canadian business custom which has spread to other parts of the world, wherein some offices celebrate a semi-reprieve from the constrictions of a formal dress code. Whereas, during the rest of the week, business shirts, suits, ties and dress shoes are the norm, on Casual Friday workers are allowed to wear more casual dress. Some companies allow jeans, T-shirts, and sneakers but others require smart casual dress. Some offices have a themed dress down day, or encourage people to wear very casual clothes. On this day, even managers are allowed to dress down. Caterpillar boots, stupid t-shirts and cheap jeans are the order of the day.

Casual Friday began in the late 1950s originally as an attempt to raise worker morale in the new white-collar office environment. At that point only a few companies encouraged it, and it was not widely popular. In the late 1970s, when the production of cheap clothing outside the United States became more widespread, there was a massive campaign by large clothing producers to make Casual Friday a weekly event. It was the hope of these companies that they could undermine the formal clothing industries in Europe and create more of a market for their goods produced in cheap Third World factories.

Casual Friday along with dressing casually during the week became very prevalent during the Dot Com hey-day of the late 1990s/early 2000s. During the hey-day, some companies were so relaxed that shorts and sandals were permitted. After the bursting of the Dot-Com bubble, there was a backlash by many companies with the reinstatement of dress codes. The biggest backlash was by companies that permitted blue jeans before and instead, required at least more formal business casual or even "business formal". Target after Labor Day weekend, 2004, required "business formal" dress for all employees at their corporate office in Minneapolis, Minnesota. Many of the expensive clothiers who sold suits decided to do a marketing campaign to get companies and employees to return to the former custom of "business formal" clothing.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Do I?


I don't belong here,
I don't belong here,
I don't belong here,
I don't belong,
What I've said and done build a world of my own.

(
Echobelly - I don't belong here)

quarta-feira, novembro 08, 2006

another time, another place?

The world was at war. Resources of all kinds were being diverted to support national war efforts. Countries asked their citizens to help in every way that they could.
People dutifully funded the war by purchasing bonds, they conserved raw materials, they recycled, they rallied behind the troops, they helped their neighbors, they gave their lives, and they planted "Gardens for Victory". These gardens produced up to 40% of all that was consumed.

Victory Gardens came in every shape and size. Governments and corporations promoted this call for self-reliance. People in all areas, rural and urban alike, worked the soil to raise food for their families, friends, and neighbors. Victory gardening enabled more supplies to be shipped to our troops around the world.
Many of the public service booklets taught the basics of gardening. The audience was assumed as having no knowledge and the material was presented as such. Topics included soil health, how to plant, when to plant, how to tend plants, pest identification, and even suggestions on what to plant. Emphasis was placed on making gardening a family or community effort - not a drudgery, but a pastime, and a national duty.
Agriculture quickly changed. Small farm operations began to give way to large corporate farms. Mechanization and petrochemicals replaced time proven tillage methods. This led to crop standardization and eventually genetic engineering of plants. This has since been the face of "modern" agriculture. There are fundamental changes occurring in agriculture today. More people are taking an active interest in the quality of the food that they take into their bodies. More people are producing a portion of their food for fun and sustenance. And there is a rise in the number of small farms answering the call to produce high quality, organically produced food products.
These concepts are very foreign to us in our post-war, global economy. For years we have been bombarded by marketing messages of consumerism, reliance on others, and have experienced nearly constant economic growth. A whole generation of young people know it no other way. History is cyclical, the strong economy of the 1980s and 1990s has begun to weaken, and there are lessons to be learned from the past. No matter how you think the future will unfold, it is certain that it will include change. If times stay good, that is great. That is what we are all praying for. If times get tough, a little insurance is always nice. A form of insurance is the ability to provide for yourself and your family -- having the knowledge to produce and preserve your own food is an investment vehicle in its purest form. It is always a good time to plant your own "Victory Garden".

"No unemployment insurance can be compared to an alliance between man and a plot of land."

Henry Ford (e o meu avô dizia o mesmo...)


segunda-feira, novembro 06, 2006

Piquinhos na garganta


Isto está tudo relacionado, não haja dúvida. Primeiro, as otites da L., depois a dificil gestão dos seus fluídos. Agora, a tosse da L. e a constipação da V. E, finalmente, a minha própria constipação, o peso no corpo, a dificuldade em engulir, os famosos piquinhos... Valha-nos a mebocaína...

jolly monday morning

sábado, novembro 04, 2006

a malagueta inchada

Olha, em jeito de agradecimento modesto, arranjei-te a "L'allegoria della Primavera" do Sandro Botticelli, já não foi mau... e não fica nada mal cá nas paredes do quarto!
Ah, apanhaste-me no meu melhor angulo, tou hiper sexy nessa foto!

sleepless nights

sexta-feira, novembro 03, 2006

Eu não uso TV. E você?

Faz mais ou menos um ano. E não lhe sinto a falta. Quanto a actualidades, prefiro saltar de blog em blog e ler as opiniões de pessoas reais, que não tenham nada a ganhar ou a perder com os comentários que fazem. Não me levem a mal, eu fui criada com TV de luxo, grandes desenhos animados, grandes séries, grandes filmes, grande culto - de facto... mas, a TV que se pratica hoje em dia, cheia de glamour e miséria, não é para mim. Uma série ou outra, sim, claro, mas já não é como dantes... Estarei eu a ficar velha? Bom, ao menos vou-me regalando com a suposta sabedoria que daí advém...

Ai o ar puro


Há maneiras e maneiras de rentabilizar um feriado... esta foi a minha... e a de mais 14 malucos... não é para todos!, foi das 10 da matina às 18h, sempre a andar! mas a paisagem e a boa companhia foram a recompensa... venham mais desafios! e ar purooooooooooooooo...

terça-feira, outubro 31, 2006

Então, esta noite, somos todos góticos?

Happy halloween e importem mais dessas belas desculpas para fazer festas! Sabe sempre bem, antes de um feriado bem recheado de desculpas para festejar (cada qual à sua maneira, claro está!):

Dia de Todos-os-Santos;
Dia de Cailleach (Mitologia celta);
Dia Mundial do Veganismo.

Entre fundamentalistas e mágicos, venha o diabo e escolha!
Eu por mim, vou trabalhar. Olha, divirtam-se!

arte e sustentabilidade

ter um espaço
imaginar um caminho
acertar contornos
seguir em frente

Excerpts from Ivy Lee's Declarations of Principles

"This is not a secret press bureau. All our work is done in the open. We aim to supply news.

"This is not an advertising agency. If you think any of our matter ought properly to go to your business office, do not use it.

"Our matter is accurate. Further details on any subject treated will be supplied promptly, and any editor will be assisted most carefully in verifying directly any statement of fact. ...

"In brief, our plan is frankly, and openly, on behalf of business concerns and public institutions, to supply the press and public of the United States prompt and accurate information concerning subjects which it is of value and interest to the public to know about."

(Ivy Ledbetter Lee has long been acclaimed as an early practitioner, perhaps even as the originator, of the explanatory approach to public relations. He issued what is often considered to be the very first press release, convincing the company to openly disclose information to journalists, before they could hear information from elsewhere.)

sexta-feira, outubro 27, 2006

for all you bloggers out there

auto-retrato II (d'apres cindy)

estou sentada no banco de trás de um fiat punto vermelho. tenho uma pessoa ao lado, uma mulher que chora. no banco dianteiro, no lugar do condutor, está um homem, agarrado ao volante, olhando para baixo. o carro está parado na auto-estrada, raspado contra o rail. há mais dois carros atrás, igualmente parados, vidros partidos no chão, uma mulher com colete de segurança a fazer apressar o trânsito. estou a olhar pela janela, para os carros que passam, com o olho direito em sangue, assustada.

humming

Word Up

Dah pretty ladies around the world
Got a weird thing to show you,
So tell all the boys and girls.
Tell your brother, your sister
And mama too, cause they’re
About to go down
And you’ll know just what to do.

Wave your hands in the air
Like you don’t care, glide by
The People as they start to look and stare.
Do you dance, do your dance quick
Mama, come on baby, tell me what’s
The Word, ah – word up,
Everybody say when you hear the call
You got to get it underway,
Word up, it’s the code word,
No matter where you say it,
You’ll know that you’ll be heard.

Now all you sucker. D.J.’s
Who think you’re fly
There’s got to be a reason
And we know the reason why.
And act real cool
But you got to realise
That you’re acting like fools.
If there’s music we can use it
We need to dance.
We don’t have that time
For psychological romance
No romance
No romance
No romance for me mama
Come on baby tell me what’s the word.
Ah – word up,
Everybody say when you hear the call
You got to get it underway.

Dial “L” for low...
Come on, all you people say...
Word up – word up

quinta-feira, outubro 26, 2006

mola dudledlidlu!

a melhor empresa de 2005

acho inacreditavel o modo de trabalho de uma empresa considerada a melhor no seu ramo em 2005... realmente, o que interessa neste pais é o show-off porque, se analizarmos bem o cerne da questão, deparamo-nos com erros incriveis...
estive na posição de corrigir e rever um catalogo a sair ate ao final deste ano. como profissional que sou, embora sem o alto nivel dos meus concorrentes, com mestrados e doutoramentos e afins, dei conta de inumeros erros inaceitaveis, que reportei. pois, por compromissos de caracter comercial a que estão seriamente obrigados, as correcções nao foram efectuadas, provavelmente nem lidas sequer, pois o dito catalogo ja estava impresso.
como é possivel este tipo de situações ainda existirem, estes facilitismos da treta, esta coisa do sucesso para ambos, quando o que realmente interessa é o umbigo deles...
enquanto continuarmos neste corre-corre que é pra despachar, não vamos longe.
para mim, e para todos os que trabalharam nesta telenovela mexicana, nao é recomendavel a experiencia, nem tao pouco entendemos como pode ser possivel preferirem um produto no mercado com erros tao desgraçadamente estupidos como traduzir urtiga, em vez de pano cru... em vez de se limitarem a fazer copy paste das correcções e perderem 2 horas. eu perdi 2 dias com esta merda, e agora os senhores doutores vao ter uma ediçao de luxo, cheia de erros, com falta de creditos (sim, porque sao pessoas reais que fazem as coisas, nao aparecem feitas, e eu gosto de o referir. sei la, é um fetiche meu... pelos vistos ninguem mais o faz)
mas ok, eu é que nao sou doutorada. nao devo perceber nada disto. e, de facto, nao percebo.
eles é que têm o dinheiro, eles é que mandam.

quarta-feira, outubro 25, 2006

oh pá..........

tão pouco tempo para fazer tanta coisa. é o costume, as queixas habituais. gostava de ter energia para poder fazer isto tudo e ainda mais, mas por vezes fico demasiado cansada.
serve então este post para abraçar e beijar tod@s, dizer que me maço por estar sempre ao computador, sem tempo para blogguices, ou a conduzir ou a mudar fraldas ou afins...

quinta-feira, outubro 19, 2006

isto dá cá uma tranquilidade...


Sabiam que as companhias de seguros fazem hora de almoço?? Pensava eu, na minha alegre ignorância, que havia turnos para assegurar o bom funcionamento e a resposta rápida aos clientes. Afinal não. E, depois de me despedir do "meu bellier", tive de voltar de taxi para o emprego..., de onde sairei depois das 15h para voltar ao stand... é porreiro isto. Assim funciona o nosso país, à beira mar plantado... Com isto tudo, resta-me a feijoada. Ainda hei-de ir parar ao Guiness Book, quando bater o record: semana da feijoada, feijoada à 2ª, à 3ª, 4ª, 5ª, agora também às 6ªs... Livra... Quem fugiu a sete pés foi o J., e depois o M. foi logo atrás... Fiquei eu, como sempre, pronto. Não importa, venha ela!

terça-feira, outubro 17, 2006

Obrigada!

Obrigada pelos telefonemas, emails e posts, dicas sobre mézinhas e tratamentos alternativos, conselhos sobre pingos e xaropes... Parece que os pensamentos positivos que se queriam para o dia de hoje deram resultado! Desta vez porém, a cura deve-se ao tratamento convencional, vulgo receita médica das urgências,: 2 xaropes que aliviaram de facto a L. de todo o transtorno. Obrigada e, se não tiveram muitos pensamentos positivos ao longo do dia, ainda vão a tempo! Isto é para durar até à 01:17 am... Bons sonhos...

wishful thinking


Há tempo para tudo; as coisas más passam rápido; o futuro está cada vez mais perto; nada que uma boa noite de sono não resolva; Portugal nunca se vai fundir com Espanha numa única nação; está tudo à distância de um telefonema...

otites

bom dia P.

creio que hoje me vai ser dificil chegar a horas.
a L. veio agora do hospital, e tem 2 otites. (sao 2:30 da manha)
amanha vou ter de ir com ela ao medico, se nao melhorar.
ligo-lhe assim que puder.
beijinhos

Non è justo!!!!!!


Bela segunda-feira, sim senhor...

segunda-feira, outubro 16, 2006

Ode à segunda feira: pormenores sórdidos de um início de dia


Dormir mal; a L. a ressonar até tarde, sem querer acordar; V. mal disposta com a chuva; L. não quer ir para a escola, L. não quer tomar banho, L. não quer!; transito infernal; estar parada no tabuleiro da ponte 25 de Abril quase hora e meia; a falta de educação dos engravatados; o civismo em vias de extinção; a V. a chorar desalmadamente dentro do carro; a espera; a V. a chorar desalmadamente no taxi; taxista que solta traques em resposta ao choro; mais chuva; ataque de matilha de cães alegres; cócos alegres espalhados por toda uma casa; más impressões de fotografias; mais faltas de créditos fotográficos (que merda de karma); telefonemas chatos; revisões de erros ortográficos estupidamente errados; traduções e outras aventuras. Tudos isto, claro, antes do meio dia...

sexta-feira, outubro 13, 2006

onomatopeias e dores de cabeça


Aiii... zum zum zum trás, zum zum zum trás, plink plink, plink plink plink, ai ai ai ai ai que estou a dar em LOUCA! Desde cedo que os fantasmas do andar de cima se tentam infiltrar e marcar presença, uma presença cada vez mais horrenda na minha cabeça... obras e mais obras de gente que não quero conhecer melhor, não a este ponto, nem desta maneira... barulho infernal que me atrapalha a concentração...

auto-retrato (d'apres cindy)

Eu, hoje: cabelo desarranjado, escorrido até aos ombros, loiro ou acastanhado, tanto faz. Camisola de manga comprida, riscada entre azuis e brancos, óculos de massa grossa, muito usados e maltratados. Calças de ganga em igual estado. Estou à porta de minha casa, e pareço perdida. Passo a mão pelo cabelo, sem intenção de o pentear, é apenas um reflexo, e olho no vazio. À minha frente o portão de ferro, que me tapa da cintura para baixo. Por trás de mim a garagem, fechada, com a tinta seca e partida pelo sol a cair das portas. A vivenda ergue-se também nas minhas costas, branca e com restos de trepadeiras ainda coladas à parede.
Está sol, um dia lindo, apesar de ser Outono. Eu fico na sombra.

Já é 6ª feira 13???

!!!!!! lololol!

quinta-feira, outubro 12, 2006

A Anunciação

Já lá vão uns anitos desde a última vez que andei por terras de Fátima. Acompanhei uma artista plástica no percurso Lisboa-Fátima, fotografando-a em locais de paragem de peregrinos, todo o seu percurso, etc. Ao chegar ao santuário, deparei-me com demonstrações de fé que vão para além dos meus limites de aceitação dos outros tal como eles são, e foi evidente a separação final e definitiva entre o eu ligado a todo um historial religioso-praticante familiar, e o novo eu, apartir desse mesmo dia sublinhado e destacado de qualquer outro.
Acredito porém que para alcançar seja o que for nesta aventura, aqui nesta bola (por enquanto) azul, é preciso ter energia, força, enfim, fé! Mas a fé que implica a dor imposta, o suportar despropositado, o fechar a boca e calar, e todo o tipo de (não-)manifestações do género, causam-me uma repulsa imensa. Não deixo de respeitar o senhor decrépito que insiste em caminhar de joelhos para cumprir a promessa, nem a senhora que queima as velinhas sem parár, até o quarto arder mas, deixem-me ficar aqui no meu cantinho...
Não gosto de grupinhos, nem de manipulações, nem de jogos de cabeça.
Não gosto que me enganem, nem que me mintam, ou que me iludam.
Por isso este post. Talvês o cheiro das velas, o murmurar do terço e o recordar das tardes passadas com a B. ainda estejam bem presentes.
O que eu queria dizer com isto, não era nada disto, mas tornou-se assim.
Afinal, o que eu queria dizer era que a minha fé existe, sim, não da mesma maneira que me ensinaram, mas está cá. Tem tudo a ver com a educação que se tem, não haja dúvidas.
A mistura entre uma mãe nascida numa familia católica apostólica romana e um pai comuna só podia dar nisto...

quarta-feira, outubro 11, 2006

ufff...

final do dia. e agora a correr para casa...

terça-feira, outubro 10, 2006

o potencial

Potencial Criativo é a capacidade que o ser humano tem para produzir, transformar, agir sobre o ambiente a adequá-lo às suas necessidades. É a capacidade de criar.

O facto de ter um potencial criativo não significa que todo o ser humano será criativo ao ponto de gerar transformações importantes no meio. O potencial transforma-se em acção efectiva quando factores diversos contribuem para gerar essa acção.

É importante ressaltar que a criatividade pode ser canalizada para acções positivas ou negativas, autruistas ou egoístas. Tudo depende da motivação. Um guerilheiro é tão criativo quanto um soldado. Um terrorista é tão criativo quanto um padre. Um empresário é tão criativo quanto o executivo de uma ONG filantrópica.

Paralelamente ao incentivo do pensamento criativo, é importante actuar na formação moral, na edificação das escalas de valores, na reconstrução da civilidade mundial. É importante ser criativo, mas será um alívio se essa capacidade inerente ao ser humano for usada para a promoção da paz e da cooperação mundial.

teste #001


Humilhar, intimidar, ofender, agredir,
gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar, humilhar, intimidar, ofender, agredir, gozar, tiranizar, ameaçar, intimidar, isolar, perseguir, ignorar, ofender, bater, ferir, tiranizar, ameaçar. A ver se consigo perder o significado da verdade das palavras, se alcanço o abstracto...

Consolo...

O Canova e as cedências


A minha primeira capa de suplemento semanal saiu sem créditos fotográficos.
Trabalhei grande parte do dia para nada.
Uma recém-chegada amiga vai partir.
Marquei reuniões importantes para Novembro.
Fiz bons negócios.
Vou começar a trabalhar em casa brevemente.
Porque é que não consigo um equilíbrio?, nem me sinto feliz?

Hoje estou triste

domingo, outubro 08, 2006

Ainda há dias assim


Hoje recebi uma visita muito especial. Costumo, todos os fins de semana, ir à praça aqui da zona, onde tenho as minhas bancas favoritas: a do peixe, a do pão, a do queijinho de cabra, etc... Só não costumo comprar os vegetais, visto que eu própria os cultivo. Ora, praticamente desde o fim de Agosto que só tenho tido vegetarianos em casa, e começámos também a fazer o nosso próprio pão, portanto tenho estado em falta com os meus amigos das manhãs de sábado ou domingo...
Hoje, pela hora do almoço, aparecem cá em casa as "nossas" peixeiras, com um carregamento fresquinho fresquinho, que foi logo aproveitado para reforçar um almoço tardio e bem apetecido:
uns robalinhos no forno com risoto de espinafres e beringela. Valeu a pena esperar... Agora só restam as espinhas! Ah, e quanto às amigas peixeiras, levaram para casa dois pães, de trigo e de arroz, e umas abóboras japonesas, que se regalaram! Ainda estou um bocado cheia do almoço, devo confessar... uff!

sexta-feira, outubro 06, 2006

VV - depois do verão e da virose


Isto de andar com os posts na cabeça e não ter tempo de os colocar online não dá grande resultado. Não dá porque o meu G4 cerebral tá lento, já tem pouca memória e com as miúdas a berrar, o pai a chatear e tudo o resto a atrapalhar, é um pouco complicado.
Já misturo tudo, o fim do verão, com a saudade que fica dos dias de praia que não tive e das viagens que não fiz, com os primeiros dias de escola da L., e as viroses que atacam toda a familia, desde os pais que nunca caiem à cama até à avózinha que quase nunca sai de lá.
Fico confusa com tanto texto na cabeça, com tanta imagem prestes a sair. Acontece sempre alguma coisa, a ligação cai, e o projecto fica uma vez mais sem publicação.
Isto não é uma queixa. É apenas um desabafo. Um retomar de rotina, uma auto-avaliação.

Velório

Quando eu morrer não quero missas, nem nem flores, nem caixão ultra moderno, nem lenço bordado em cima da cara. Às hipócrisias já sei que não poderei fugir, aqueles que em vida não se importaram e na hora da morte lá estarão, concerteza, nem que seja para fincar o pé e pensar "eu ainda cá estou, ganhei-te uma vez mais". Mas àqueles pormenores mais religiosos que me irritam sobremaneira, hei-de escapar. Nem beatas a chorar, nem padre a pregar. Já oiço os sobreviventes da ala mais conservadora da familia "Credo, se isto é maneira de se apresentar ao Mundo pela última vez... nem uma missa para lhe descansar a alma... cruz credo, ainda nos há-de perseguir à noite implorando a do sétimo dia... Deus me livre e guarde de um fim assim..."
No velório há-de ser servido vodka polaco com limão e hortelã, bem forte, e obrigatório para quem quiser vir ter comigo para o último adeus. Quanto mais tempo permanecer na sala, mais vodkas vai ter de beber, tipo parquimetro. Chegará ao ponto de haver apenas pessoas bêbedas e trapalhonas, sem espaço para o habitual roteiro familiar "vá para fora cá dentro" no qual se discutiria linhagem e problemas familiares, teses várias sobre o motivo da morte, e as merdas do costume. Um velório simples. E quem não aguentar, pode descansar.
Podem poupar uns euros valentes nas flores que evitarão comprar. Não existe negócio mais podre que esse, dar flores a quem não as poderá jamais cheirar. Para além de que, se efectivamente pudesse apreciar o seu perfume, passadas umas horas torna-se um pivete inacreditável. Quase um sublinhar: estás MESMO morta; ou para quem fica: yep, foi desta para melhor. E em relação àqueles, que nem vale a pena referir os nomes, que vão insistir, e refilar, e exaltar-se, e discutir, porque é forçoso que eu tenha um funeral decente com um santo padre e tal, remeto-vos para a vida real: falem com quem quiserem, libertem vocês a vossa alma, acreditem no que quiserem. Eu por mim, à terra voltarei, sim senhor, mas nem mais uma ladainha.

quarta-feira, outubro 04, 2006

embalar


Esta troca de afectos a que chamam maternidade, é impressionante. A segurança que lhes damos e o conforto a que estamos associados até ajudam a tornarmo-nos pessoas melhores. Ser testemunha constante do percurso de uma criança que se está a materializar ali, à nossa frente e saber que tem tanto de nós que até podia ser assustador mas, deu-lhe tão bem a volta..., é levar chapadas constantes. E é muito bom.

the end of glam

segunda-feira, outubro 02, 2006

Setembro

Visitas oficiais, visitas guiadas, dias cheios, limpezas, organização de eventos, realização dos mesmos, emails, cartas, telefonemas até cairem as orelhas de tanto arder, explicações, respostas, almoços e jantares e lanches e chás, banhos e roupa lavada, gatos e mais gatos e mais gatos, gajas impertinentes e desonestas, amigos que nunca mais aparecem, crise, stress, choro de bébés, fraldas - imensas, atendimento personalizado, lisboa lisboa lisboa, transito e desastres, chuva e óleo na estrada, ervas daninhas, cenouras, bróculos, medos, certezas, recomeço.
E passou num instante. Só agora estou a dar por ele, a interioriza-lo, porque nem tempo para isso eu tive. O mês passado foi deveras intenso.